Três boas razões para você vender para o governo

Graças as melhorias institucionais e o maior poder de fiscalização dos órgãos de controle, muitas melhorias ocorreram nos processos licitatórios – estamos falando de maior transparência, publicidade, alcance e segurança.

É verdade que ainda existem muitos pontos carentes de correção, mas tudo indica que estamos no caminho certo. Dito isso, fica difícil entender porque os empresários brasileiros ainda não compreenderam o verdadeiro potencial do mercado de licitações. 

Para você ter uma ideia, este mercado é tão lucrativo que existem empresas que sequer vendem para o setor privado, preferindo dedicar esforços única e exclusivamente às demandas governamentais. 

Verdade seja dita, o governo brasileiro é o melhor cliente que alguém poderia ter. Anualmente, a Administração gasta mais de 700 bilhões de reais com compras públicas – é licitação acontecendo todo dia. 

E as oportunidades não param, independente do momento. Mesmo diante de uma pandemia, nosso governo continuou comprando e requisitando produtos sem parar. A regra é que com crise ou sem crise o show tem que continuar!

Isso acontece porque os órgãos públicos e os serviços essenciais não podem ser interrompidos – por isso precisam de reposição contínua de materiais que vão desde equipamentos de escritório, comida para escolas e armamentos até itens de segurança, gasolina, remédios e a lista não para. 

Dito isso, separamos três boas razões para que você leve em consideração a possibilidade de explorar este maravilhoso segmento de mercado.

Vamos lá?

Vender para o governo é muito mais fácil

Muitas pessoas acreditam que participar de licitações públicas é um negócio burocrático – com documentos, processos e papeladas sem fim. Em parte isto é verdade: você precisa mesmo cumprir uma série de regras, normas e requisitos.

Mas é justamente onde as pessoas imaginam ter uma grande barreira que está a maior das vantagens: vender para o governo é mil vezes mais fácil do que para particulares, mesmo com burocracia. 

Se você tem uma empresa ativa no mercado sabe do que estou falando: cada cliente tem uma demanda específica, toma horas e horas de atenção para negociar e ainda existe todo aquele esforço de marketing só para atrair alguém que talvez nem compre. 

Com o órgão público não é assim. 

Primeiro você já elimina os gastos com marketing. O prefeito da sua cidade não vai aparecer na sua empresa só porque viu um anúncio no Facebook. O processo é justamente o contrário: a Administração anuncia e você vai até ela. Simples, né?

Além disso, você não precisa treinar vendedores capazes de persuadir o cliente de que o seu produto é exatamente aquilo que ele procura. Você não vai vencer uma licitação com argumentos deste tipo.

E como que se faz para ganhar uma licitação?

O órgão público, desde o início, já deixa claro quais são as exigências, expectativas de preço e critérios de seleção. Tudo que você precisa fazer é ler estas especificações no edital publicado pelo órgão.

De modo análogo, imagina que uma pessoa entra na sua loja já sabendo exatamente qual é o produto que procura e quanto está disposta a pagar por ele. Não seria muito mais fácil conversar com um cliente assim?

Este é o governo.

Burocracia existe, mas depois que você se acostuma ela nem é mais um impeditivo e você percebe que é muito mais fácil licitar do que vender para particulares. 

O governo, em geral, é um bom pagador

Um grande mito que ainda persiste é a crença generalizada de que o governo brasileiro é um mal pagador. 

A maior parte das licitações são pagas em até 30 dias após a entrega do produto ou serviço. Existe a possibilidade de prorrogar este prazo para mais 90 dias, mas tudo perfeitamente previsto dentro da lei.

A Lei de Responsabilidade Fiscal foi uma das grandes melhorias institucionais que mencionamos logo no começo deste artigo. Ela basicamente serviu para diminuir a chance de calote ao obrigar o governo a pagar.

Aliás, o fato da Administração ser regida por leis, normas e procedimentos fixos, faz com que seja muito mais fácil cobrar e exigir o pagamento (em caso de atrasos) do que de um cliente privado. 

Podemos dizer que o risco de calote do governo é equivalente ao risco que você possui no setor privado. No entanto, em alguns casos, o pagamento do débito em atraso é muito mais fácil e rápido com órgãos públicos do que com particulares.

Assim sendo, receio de falta de pagamento não pode ser um impeditivo para sua empresa. É o que dizem sobre empreendedorismo: não existe investimento sem risco, porém é possível minimizá-lo com métodos preventivos

Qualquer um pode participar

Sim, qualquer um. Muitas pessoas tendem a pensar que só as grandes empresas podem fazer contratos com o governo, mas isso não é verdade.

Existem diversas leis que promovem isonomia entre as empresas participantes de um processo licitatório – incentivos, facilidades oferecidas, entre outros. 

Não há nem necessidade de ser uma empresa reconhecida no mercado. Em uma cotação eletrônica, por exemplo, você nem precisa atestar sua capacidade técnica, basta estar com todos os documentos em dia e pronto. Já pode concorrer.

Agora me diga: onde mais você pode competir em pé de igualdade com empresas 5 ou 10 vezes maior que a sua? Só no mercado de licitações.

Agora é com você…

Se você ainda tinha dúvidas se devia ou não entrar no mercado de licitações, espero que com este artigo elas tenham ido embora.

As licitações públicas representam um vantajoso segmento a ser explorado e se você ainda não participa está deixando de ganhar um bom dinheiro.

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Um grande abraço e ótimos negócios!

2 respostas

  1. eu quero ingressar no mercado de licitações como analista ou técnico em licitação, mas não sei por onde começar. preciso de uma dica de como começar.

    1. Olá Bruna,

      Minha sugestão como primeiro passo e que encontre as oportunidades de vendas para o governo através do ConLicitação, vale lembrar que além das oportunidades terá a ajuda do nosso time de especialista para iniciar sua jornada neste mercado.

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      Um grande abraço.

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