Licitação para contratação de empresa que vai retomar obras do Cais das Artes é suspensa no ES

Aviso foi publicado no Diário Oficial desta segunda (15), sendo que a abertura da licitação estava prevista para esta quinta (18). Governo informou que prazo para a retomada da obra está mantido para o início de 2019.

A licitação de concorrência pública, para a contratação da empresa que iria retomar as obras do Cais das Artes, está suspensa, conforme aviso do Instituto de Obras Públicas do Estado do Espírito Santo (Iopes) em publicação do Diário Oficial desta segunda-feira (15). A abertura estava prevista para esta quinta-feira (18).

O edital de contratação para finalizar o Cais das Artes, em Vitória, havia sido assinado no dia 17 de setembro pelo governador Paulo Hartung. A obra era para ter sido entregue em 2012, e com esse novo andar do processo, a previsão era de que fosse retomada em 2019 com finalização em 2020, custando quase R$ 100 mil a mais que o previsto inicialmente.

Entretanto, mesmo com o atraso, houve a suspensão. No Diário Oficial, o Iopes informou que o edital será republicado para a contratação da empresa responsável pelas obras, mas não foi dado um prazo para isso.

O Iopes informou que, mesmo com a suspensão, o prazo para a retomada da obra está mantido para o início de 2019.

Motivo da suspensão

O Iopes explicou que a licitação de conclusão foi suspensa para adequações técnicas em função de esclarecimentos solicitados pelas empresas interessadas em participar da licitação.

Até o momento 18 empresas, várias de outros estados, registraram cerca de 30 pedidos de esclarecimentos, o que segundo o Iopes, é normal acontecer em função do tamanho e da complexidade da obra.

Durante o período da suspensão, o Iopes informou que vai continuar recebendo as visitas das empresas no canteiro da obra e prestando informações para que elas possam dar continuidade aos estudos visando a elaboração das propostas. Após os ajustes, o edital será republicado.

Histórico

As obras do Cais das Artes começaram em 2010 e a previsão era de que tudo ficasse pronto em dois anos, mas em 2012, a empresa que responsável faliu. Uma outra empreiteira retomou a obra no ano seguinte, mas em 2015 parou novamente e o consórcio entrou na Justiça contra o Estado. Só em junho deste ano a Justiça liberou a retomada dos trabalhos.

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