Está em andamento a licitação para retomada da construção da Escola Estadual do Residencial Maria Tereza, que faz parte da série Obras Paradas do A TRIBUNA. Segundo informado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT), o edital foi aberto no dia 20, conforme o cronograma previsto, e atualmente as propostas estão sendo analisadas. “A expectativa é que o resultado seja homologado até o dia 15 de agosto”, diz a pasta por meio de nota.

A escola do Residencial Maria Tereza contempla recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com contrapartida da Seduc. Ela foi anunciada ainda no ano de 2012, com previsão para ser concluída em janeiro de 2015. A ordem de serviço foi dada em 2013, sob responsabilidade da construtora Ampla, mas, em 2015, apenas a parte de fundação havia sido realizada. O contrato referente à obra foi rescindido, uma vez que a empresa responsável não estava cumprindo os prazos da construção.

Outras escolas anunciadas na mesma época já estão em funcionamento, mas a unidade em questão tem hoje apenas mato em suas poucas paredes levantadas. Com a rescisão do contrato, os projetos estruturais, arquitetônico e elétrico e planilha da obra foram revisados para a contratação de uma nova empresa, processo que está em andamento como citado no início da reportagem.

A nova unidade é uma grande demanda da Região Salmen, que ficou ainda mais populosa com a abertura de novos bairros, como o Dona Fiúca e o Residencial Magnólia. O projeto da escola prevê 18 salas de aula, estrutura administrativa e de apoio, além de quadra coberta. Existe a expectativa de que a unidade, quando entregue, possa abrigar a Escola Militar Tiradentes, que vai funcionar de forma improvisada no Oratório Filhos de Dom Bosco, no Parque Universitário, até ter sua própria sede.

OBRAS PARADAS – A escola estadual do Maria Tereza é um dos projetos que estão na série de reportagens especiais do Jornal A TRIBUNA sobre obras públicas paradas. A situação dessas obras foi publicada no 28/03/2018 e, desde então, está sendo estampada no Placar das Obras Paradas, estratégia do A TRIBUNA para mostrar e reivindicar a conclusão de importantes projetos paralisados no município.