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Administração Financeira Para Pequenas Empresas — Como Funciona?

Administração Financeira Para Pequenas Empresas — Como Funciona?

Cuidar da administração financeira de sua pequena empresa pode ser um pouco difícil no começo de sua trajetória no mercado – são muitas obrigações, e estabelecer um capital de giro ou quaisquer outras reservas é uma tarefa que exige planejamento constante. 

Em qualquer negócio, este assunto possui extrema importância, uma vez que lida com as finanças e, portanto, trata do crescimento da empresa como um todo.

Como fazer uma boa administração financeira para pequenas empresas?

Em qualquer empresa, independentemente do porte, a administração financeira é uma área muito estratégica e delicada. No entanto, essa importância atinge um patamar ainda maior quando falamos de uma empresa pequena, pois qualquer erro neste quesito pode representar o fim do negócio.

Uma empresa maior, com certo tempo de mercado, provavelmente já conta com uma reserva financeira, capaz de protegê-la em épocas de crise e baixas no mercado. Por sua vez, empresas pequenas podem não contar com a mesma reserva, correndo constantemente o risco de perderem o controle de suas despesas caso algo não saia como o planejado.

Não é à toa que as estimativas mais recentes do SEBRAE apontam que a maior parte dos negócios decretam sua falência já nos nos primeiros dois ou três anos. Eis porque a administração financeira para pequenas empresas é tão importante – mas não se preocupe, estamos aqui para descomplicar sua vida. 

Se você é uma pequena empresa ou se não tem tanta familiaridade assim com administração financeira, segue algumas das nossas dicas que, temos certeza, irão te auxiliar enormemente nesta caminhada.

Tenha um planejamento para seguir

Manter o equilíbrio de suas contas é o primeiro passo para fazer seu negócio crescer. Isso pode ser alcançado através de um rigoroso planejamento financeiro, com mapeamento do seu fluxo de caixa, capaz de dar conta de todas as variáveis de entrada e saída de receitas, bem como toda a visão geral que você necessita para saber tudo que está acontecendo.

Esse documento deve conter dados sobre: 

  • os possíveis custos fixos iniciais (e se possível, os variáveis); 
  • capital inicial;
  • investimentos recebidos;
  • compras;
  • fluxo de caixa;
  • orçamentos;
  • possíveis previsões sobre o andamento anual das finanças, obtidas por meio de cruzamentos com dados do mercado.

Reduza custos e evite dívidas de longo prazo

Feito o seu planejamento financeiro, você poderá fazer diagnósticos com muito mais facilidade e velocidade do que o faria caso não contasse com os recursos anteriormente citados. Por exemplo, um fluxo de caixa bem montado pode te mostrar onde estão os maiores gastos da empresa e onde é possível cortá-los, priorizando assim, apenas o que é necessário. Pode parecer bobagem, mas a verdade é que custos muito altos podem impactar a administração financeira de sua pequena empresa, e por isso o melhor a se fazer é cortar quaisquer despesas desnecessárias ou que excedam o valor médio dos custos fixos.

No começo, o ideal é fazer compras mais baratas tanto em equipamentos quanto em mercado, para que, no futuro, mais dinheiro possa ser investido nesse ponto.

Outra questão diz respeito aos empréstimos, muito comuns na vida de quem decide estabelecer uma pequena empresa no mercado. 

Os juros cobrados para empresas são menores, mas ainda assim essa pode não ser a opção mais efetiva. Evite os empréstimos ou, se realmente não houver outras alternativas, busque os menores juros e opte pelo menor número de parcelas possível.
Gostou das dicas para a administração financeira de pequenas empresas? Confira mais artigos como este no Portal ConLicitação.

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